5 de jan2017

EM RONDÔNIA, EXPERIÊNCIAS COM AGROECOLOGIA COLOCAM EM XEQUE O MODELO AGROPECUÁRIO

por deniseviola

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O convite desta reportagem da série Caravana Agroecológica é para conhecermos experiências de sucesso no estado de Rondônia. A região é marcada pela agropecuária e mineração, além da luta por direitos dos povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares.

A série Caravana Agroecológica é uma parceria da Pulsar Brasil com a Articulação Nacional de Agroecologia, FASE e AS-PTA e visa mostrar um pouco mais dos bastidores da produção de alimentos livres de veneno e os benefícios trazidos para as comunidades que investem nas técnicas agroecológicas.

A série é composta por 10 programas radiofônicos que irão retratar as dificuldades e os benefícios encontrados pelos produtores rurais que optam  por cultivar os seus alimentos a partir de uma perspectiva ecológica de respeito à natureza.

As reportagens têm como base os estudos realizados pelo projeto ‘Promovendo a Agroecologia em Rede’, realizado com o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). (pulsar)

4 de jan2017

EM SANTARÉM, COMUNIDADES RIBEIRINHAS UTILIZAM AGROECOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA

por deniseviola

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O convite da quarta reportagem da série Caravana Agroecológica é para conhecermos as comunidades ribeirinhas da reserva extrativista (resex) Tapajós-Arapiuns, em Santarém, no Pará. Numa região marcada pela exploração da madeira e o monocultivo da soja, as experiências com agroecologia têm mostrado que um outro caminho para o desenvolvimento da Amazônia é possível.

A série Caravana Agroecológica é uma parceria da Pulsar Brasil com a Articulação Nacional de Agroecologia, FASE Mato Groso e AS-PTA e visa mostrar um pouco mais dos bastidores da produção de alimentos livres de veneno e os benefícios trazidos para as comunidades que investem nas técnicas agroecológicas.

A série é composta por 10 programas radiofônicos que irão retratar as dificuldades e os benefícios encontrados pelos produtores rurais que optam  por cultivar os seus alimentos a partir de uma perspectiva ecológica de respeito à natureza.

Nesta quarta reportagem, disponível para ouvir /baixar na página da Agência Pulsar Brasil, o ouvinte vai saber mais sobre como a agroecologia contribui para melhorar a renda das famílias.

As reportagens têm como base os estudos realizados pelo projeto ‘Promovendo a Agroecologia em Rede’, realizado com o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). (pulsar)

1 de nov2016

NA REGIÃO SUL, AGROECOLOGIA SE DESTACA COMO ALTERNATIVA PARA PRODUTORES RURAIS

por deniseviola
Articulação Nacional de Agroecologia (logo: divulgação)

Articulação Nacional de Agroecologia (logo: divulgação)

Nos últimos tempos, a preocupação com a origem do alimento que vai para a mesa dos brasileiros tem aumentado. Os produtos orgânicos são encontrados com mais facilidade nos supermercados e as feiras agroecológicas têm se tornado mais populares nas cidades.

Porém, pouco se sabe sobre os bastidores da produção agroecológica no Brasil. Por isso que a Pulsar Brasil, junto com a Articulação Nacional de Agroecologia, Rede Ecovida de Agroecologia e AS-PTA, lança a série especial de reportagens ‘Caravana Agroecológica’.

A série é composta por 10 reportagens radiofônicas que irão retratar as dificuldades e os benefícios encontrados pelos produtores rurais que optam  por cultivar os seus alimentos a partir de uma perspectiva ecológica de respeito à natureza.

Na primeira reportagem convidamos os nossos ouvintes a viajar para a Região Sul, especificamente pelo Litoral Norte do Rio Grande do Sul e saber como o Sistema Participativo de Conformidade Orgânica, que garante o selo de produto orgânico, tem contribuído para fortalecer a agricultura familiar livre de veneno na região.

As reportagens têm como base os estudos realizados pelo projeto ‘Promovendo a Agroecologia em Rede’, realizado com o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). (pulsar)

Para ouvir, clique em: http://brasil.agenciapulsar.org/mais/politica/brasil-mais/na-regiao-sul-agroecologia-se-destaca-como-alternativa-para-produtores-rurais/

 

9 de jul2013

Opção por desenvolvimento rural excludente gera crise nas cidades

por pulsar brasil

Reforma Agrária não é prioridade do governo, avalia Denis. (foto: reprod.)

Para Denis Monteiro, secretário executivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o governo não pode ignorar que a crise urbana também está relacionada à escolha do modelo de desenvolvimento para o campo. Ele esteve entre os 11 representantes de entidades e movimentos sociais rurais que se reuniram recentemente com a presidenta Dilma Rousseff.

Além do inchaço urbano, reflexo da migração campo-cidade, Denis lembra que diminui no Brasil a área para plantar arroz, feijão e trigo, enquanto crescem os monocultivos de cana-de-açúcar e soja para exportar. Esse é um dos elementos que gera aumento dos preços da comida nos mercados.

O secretário executivo da ANA relata que Dilma, assim como os ministros Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, e Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário, ouviram atentamente as cobranças dos movimentos. Eles justificaram alguns dos pedidos dizendo que o governo está desapropriando terras, por exemplo. No entanto, avalia que mais uma vez ficou claro que esta não é uma prioridade.

De acordo com informações do site da ANA, na reunião com o governo realizada na sexta-feira (5), foram entregues três cartas: uma assinada por várias organizações do campo; outra da Associação Brasileira de Reforma Agrária;e uma sobre o novo Código da Mineração. Também foi abordada a criação de uma lei para regular as parcerias de entes governamentais com as organizações da sociedade civil.

Além disso, as entidades do campo anunciaram a presença nas manifestações convocadas para essa quinta-feira (11). A presidenta Dilma fez uma breve análise de conjuntura e se comprometeu a promover agilidade nas políticas para agricultura familiar. Ela destacou ainda que o plebiscito sobre a reforma política deverá promover a participação da população. (pulsar)

Clique e ouça:

Entrevista – Denis Monteiro, da ANA, conta como foi a reunião com o governo e fala sobre as próximas mobilizações.

4 de jun2013

Alimentação artesanal é tema de debate na Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul

por pulsar brasil

Códigos Sanitários são problemas para produtos artesanais (imagem: reprod)

A produção artesanal de alimentos será tema de debate nesta terça-feira (4) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, às 18h30. Dentre os tópicos a serem debatidos, está a imposição dos atuais códigos sanitários para pequenos agricultores e produtores artesanais.

A Roda de Conversa  “Patrimônio Alimentar e Resistência Cultural: dimensões estratégicas de luta pela comida”. faz parte do 7º Encontro Nacional do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), que acontece em Porto Alegre até o dia 6 de junho.

A nutricionista Regina Miranda, do Fórum de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Fesans/RS) explica que os padrões higiênicos sanitários convencionados pelo código sanitário brasileiro são baseados em critérios de exportação. Por isso, essas normais são muitas vezes um problema recorrente para agricultura familiar e para a produção artesanal de alimentos.

O filme “O Mineiro e o Queijo”, de Helvécio Ratton, será exibido. O documentário apresenta a tradição de quase 300 anos do verdadeiro queijo minas. Feito a partir do leite cru, esse produto artesanal é um patrimônio ameaçado por leis anacrônicas e pelo lobby dos grandes laticínios.

Assim como os produtores de Minas Gerais, os de queijo serrano, característico do Campos de Cima da Serra do Rio Grande do Sul e da Serra Catarinense, também enfrentam problemas com fiscalizações sanitárias.

Segundo Regina interesses de mercado pesam na hora de impor normas generalizantes aos produtos artesanais. Ela defende que esses produtores deveriam receber assistência do estado para adequar o produto a venda ao invés de terem seus empreendimentos fechados. A nutricionista considera que ao impedir a produção dos pequenos agricultores, o Estado coloca “em risco toda uma estratégia de vida, toda uma ancestralidade naquilo que é aquele alimento”.

Mais informações sobre o evento em www.fbssan.org.br (pulsar)

Ouça os áudios:

Regina Miranda, do Fórum de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Fesans/RS) critica o uso de padrões higiênicos sanitários baseados em padrões de exportação para alimentos artesanais.

A nutricionista defende que o estado crie alternativas e incentivo aos produtores artesanais.

 

 

18 de mar2013

Paraíba realiza atividades no dia estadual de combate aos agrotóxicos

por pulsar brasil

Consumidores e agricultores são afetados. (imagem: sosriosdobrasil)

O Dia Estadual de Combate aos Agrotóxicos na Paraíba é celebrado amanhã (19). Cerca de 300 assentados da reforma agrária, além de agricultores familiares de todas as regiões do estado, vão participar de atividades em João Pessoa.

O evento será promovido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Visitantes poderão comprar frutas, legumes e hortaliças sem venenos em uma feira que contará com pelo menos 40 estandes.

De acordo com informações do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), as atividades são amparadas pela Lei Estadual 9781, de 2012. A norma institui a data de combate ao uso de agrotóxicos na Paraíba.

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, sendo que cada habitante do país ingere, em média, 5 litros a cada ano. Além das conseqüências aos consumidores, a situação afeta a saúde dos trabalhadores que lidam com os químicos.

Diante disso, as atividades na Paraíba vão apresentar os avanços de outro modelo de agricultura promovido em assentamentos de reforma agrária. Além de produtos saudáveis, haverá uma mostra de experiências desenvolvidas no cultivos com defensivos naturais.

Para a programação, o Incra conta com o apoio de outros órgãos públicos e de universidades. Também participam o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Pólo Sindical da Borborema, a Articulação do Semiárido (ASA), entre outras entidades.(pulsar)