18 de dez2012

STF suspende votação sobre vetos à lei dos royalties do petróleo

por pulsar brasil

Petróleo: polêmica financeira e ambiental entre estados.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a votação que o Congresso Nacional realizaria hoje (18) em relação aos vetos da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei sobre a redistribuição dos royalties do petróleo.

Segundo consta na decisão de Fux, o pedido de urgência para a análise da questão é inconstitucional, pois antes seria necessário votar os mais de 3 mil vetos presidenciais ainda pendentes.

Os vetos de Dilma favoreceram aos exploradores de petróleo: Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. O veto ao artigo 3º do Projeto de Lei 2.565, aprovado na Câmara dos Deputados, manteve as receitas destes estados no regime de concessão, obtidas com os atuais poços de óleo.

O governo federal também emitiu uma Medida Provisória (MP) para destinar 100% dos royalties provenientes dos contratos futuros de exploração de petróleo, tanto no regime de concessão como no de partilha, para a Educação. O Ministro da pasta, Aloizio Mercadante, lembrou que o texto do Plano Nacional de Educação, ainda em tramitação, estabelece 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor.

Os royalties do petróleo são compensações financeiras pagas pela exploração do petróleo e do gás, tanto em terra como no mar. Nesse sentido, entidades da Campanha o Petróleo tem que Ser Nosso defendem que uma fatia maior do recurso seja destinada aos estados que sofrem diretamente com os impactos ambientais deste setor industrial.

Porém, acreditam que as demais unidades da federação também têm direitos a receber parcelas dos valores dos royalties. Os sindicatos e movimentos sociais da Campanha argumentam que as descobertas de novos pontos de exploração de petróleo são de competência da estatal Petrobras, que recebe investimentos de todas as regiões brasileiras.  (pulsar)

Imagem: Ambiental Sustentável.

17 de dez2012

Mapa interativo mostra localização de feiras orgânicas no país

por pulsar brasil

Mapa visa fortalecer agricultura sem venenos.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um mapa na internet com dias e horários de funcionamento de 140 feiras orgânicas em diversos estados do país.

Informações sobre novos locais de venda podem ser incluídas. Após checagem, os dados serão acrescentados ao mapa interativo. O objetivo é estimular as famílias brasileiras a adotarem uma alimentação mais saudável.

Um levantamento do Idec com cerca de 500 internautas apontou que 23% deles optariam por orgânicos se houvesse mais feiras especializadas.Além disso, 70% consumiriam mais desses alimentos caso fossem mais baratos.

Em entrevista à Agência Brasil, o pesquisador do Idec João Paulo Amaral disse que a ferramenta “vai ajudar a fortalecer as economias locais na medida em que as vendas são feitas pelos produtores”.

Amaral enfatizou que os preços dos orgânicos nas feiras, por possibilitarem uma comercialização direta, costumam ser menores do que nos supermercados. Essa diferença, segundo o pesquisador, pode chegar a 400%.

Organizações e movimentos sociais destacam que os alimentos orgânicos são saudáveis para os consumidores, mas também para para os produtores, já que estes deixam de aplicar agrotóxicos. Destacam ainda que este modelo de agricultura é alternativo ao agronegócio.

Em agosto, o país conquistou a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Entidades sociedade civil avaliaram que o texto poderia ter avançado mais, pois deixou questões fundamentais como a reforma agrária de fora. Como desdobramento da Política, uma comissão foi formada em novembro para elaborar o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. (pulsar)

Foto: Agência Brasil.

17 de dez2012

Relator da ONU ressalta potencial de comunitárias como serviço público

por pulsar brasil

Relator da ONU, Frank La Rue

O relator especial para Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão da Organização das Nações Unidas (ONU), Frank La Rue, defendeu que as rádios comunitárias tenham as mesmas condições de funcionamento que outros meios de comunicação no Brasil.

Durante sua fala no seminário “Vigilância e Direitos Humanos”, que ocorreu na última sexta-feira (14) no Rio de Janeiro, Frank de La Rue destacou a importância da comunicação comunitária como um serviço público. Para ele, não faz sentido aplicar às comunitárias restrições que não são impostas aos meios comerciais. Ele ressaltou o caráter público, gratuito e sem fins de lucro das rádios comunitárias.

O relator da ONU ainda apontou que no Brasil essas emissoras se encontram sob a óptica dos três “Ps”: são poucas, pobres e de pequena potência. La Rue criticou a limitação de alcance da transmissão a apenas um quilômetro de raio para as emissoras. Segundo ele, o importante é que a rádio atenda a uma comunidade, seja ela linguística, étnica, e não apenas restrita a uma determinada área geográfica.

De acordo com La Rue, as diferenças entre os direitos dos meios de comunicação comunitários e comerciais se deve ao fato de que na América Latina “a comunicação segue unicamente a óptica do mercado, sendo tratada como negócio”. Diante disso, defendeu que os meios comerciais, públicos e comunitários tenham as mesmas condições de funcionamento.

Além das desvantagens legais, o relator da ONU apontou para a criminalização que sofrem as comunitárias. Segundo ele, a repressão é provocada por um temor ao poder de organização popular que essas rádios possuem. (pulsar)

Áudios:

Frank  La Rue critica restrições impostas às rádios comunitárias no Brasil

Frank  La Rue defende igualdade nas condições entre rádios comunitárias e comerciais

(Foto: Violaine Martin)

17 de dez2012

Justiça argentina declara Lei de Meios constitucional

por pulsar brasil

Avanço na democratização dos meios.
(jornalismo b)

O juiz federal Horacio Alfonso rechaçou o pedido de inconstitucionalidade dos artigos 45 e 161 da Lei de Meios feito pelo maior conglomerado de mídia da Argentina, o Grupo Clarín.

O magistrado ordenou também o “imediata suspensão de qualquer liminar emitida neste processo”. Uma medida cautelar impedia a aplicação do artigo 161 para que o Grupo Clarín e outras empresas de comunicação se adequassem às exigências da Lei de Meios. Além disso, o artigo 45 ratificado estabelece os limites em quantidades de licenças permitidas pela norma.

Esta foi uma decisão muito esperada pela população e pelo jornalismo argentino. O resultado, declarado na última sexta-feira (14), aponta para a adequação de todos os grupos que concentram meios de comunicação na Argentina.

Aprovada em 2009, a Lei de Meios prevê uma série de mudanças no uso do espaço radioelétrico do país. De acordo com a norma argentina, uma mesma empresa pode ter no máximo 35% do mercado a nível nacional e 24 licenças.

Segundo o governo argentino, para cumprir a legislação, o grupo Clarín teria que transferir ou vender aproximadamente 90% das licenças a cabo e quatro sinais de rádio ou de TV aberta que atualmente concentra. (pulsar)

Em espanhol:  http://www.agenciapulsar.org/nota.php?id=21426

17 de dez2012

Justiça argentina declara Lei de Meios constitucional

por nils

Avanço na democratização dos meios.
(jornalismo b)

O juiz federal Horacio Alfonso rechaçou o pedido de inconstitucionalidade dos artigos 45 e 161 da Lei de Meios feito pelo maior conglomerado de

mídia da Argentina, o Grupo Clarín.O magistrado ordenou também o “imediata suspensão de qualquer liminar emitida neste processo”. Uma medida cautelar impedia a aplicação do artigo 161 para que o Grupo Clarín e outras empresas de comunicação se adequassem às exigências da Lei de Meios. Além disso, o artigo 45 ratificado estabelece os limite

s em quantidades de licenças permitidas pela norma.Esta foi uma decisão muito esperada pela população e pelo jornalismo argentino. O resultado, declarado na última sexta-feira (14), aponta para a adequação de todos os grupos que concentram meios de comunicação na Argentina.

Aprovada em 2009, a Lei de Meios prevê uma série de mudanças no uso do espaço radioelétrico do país. De acordo com a norma argentina, uma mesma empresa pode ter no máximo 35% do mercado a nível nacional e 24 licenças.Segundo o governo argentino, para cumprir a legislação, o grupo Clarín teria que transferir ou vender aproximadamente 90% das licenças a cabo e quatro sinais de rádio ou de TV aberta que atualmente concentra. (pulsar)

Em espanhol:  http://www.agenciapulsar.org/nota.php?id=21426

14 de dez2012

Usinas de cana com selos sociais cometem violações no RN

por pulsar brasil

Usinas violam direitos.
(reprod.)

Dois dos maiores grupos do setor sucroalcooleiro no Brasil foram autuados por violações de direitos trabalhistas no Rio Grande do Norte. Ironicamente, as usinas Biosev, da transnacional Louis Dreyfuss, e a Vale Verde, do Grupo Farias, são certificadas com selo social pelo governo federal.

Elas integram a relação de unidades que estariam cumprindo com o Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar. No entanto, ao todo, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavraram 52 autos de infração contra as empresas.

As informações sobre a fiscalização, realizada em novembro, são da Repórter Brasil. Na Biosev, aforam identificadas “plataformas podres, com risco de queda e acidente”.Também houve indícios de perda de audição em 79 trabalhadores por exposição a ruídos. Em outros 29, a exposição durante a aplicação de agrotóxicos pode ter gerado problemas de saúde.

Já a usina Vale Verde não concedia folgas aos trabalhadores do campo, mantinha o trabalho durante os períodos de repouso ou alimentação, entre outras violações. Os fiscais encontraram um trabalhador de 19 anos que teve o polegar da mão direita amputado em função de acidente no carregamento de caminhões de cana. O jovem trabalhava no turno da noite, em local escuro.

Os procuradores propuseram a assinatura de Termos de Ajuste de Conduta (TACs) às empresas. Caso o compromisso não seja firmado, serão ajuizadas ações civis públicas contra essas duas usinas de cana do Rio Grande do Norte, inclusive com pedido de indenização pelo dano moral coletivo. (puslar)

14 de dez2012

Desmatamento por empresa imobiliária prejudica Santarém

por pulsar brasil

Manancial corre risco.
(reprod.)

Devastação ambiental provocada pela empresa Buriti Imóveis causa indignação em Santarém, no Pará. Organizações e movimentos sociais realizaram um abraço simbólico ao Lago do Juá, principal manancial ameaçado pelas obras.

A área de 150 hectares devastada foi dividida em 21 mil lotes, que começariam a ser vendidos nesta quinta-feira (13). No entanto, de acordo com informações da Rádio Rural, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) embargaram o empreendimento.

Em manifesto, o Movimento em Defesa do Lago do Juá afirma que a retirada completa da vegetação do local foi feita sem a realização de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA). Ainda assim, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) teria expedido a licença ambiental à empresa.

A intervenção leva perigo de assoreamento ao Lago do Juá, local de águas cristalinas e rico em peixes. As seis organizações que assinam o manifesto destacam que não são contra a criação de novos espaços habitacionais em Santarém, desde que estes respeitem a natureza.

Também denunciam que o equilíbrio ambiental na cidade tem sido violado por interesses econômicos. Entre 2010 e 2011, a área agora afetada pelo empreendimento imobiliário foi ocupada por famílias sem-teto para fins de moradia. Na ocasião, a prefeitura acionou a Justiça.

Segundo o documento, a polícia militar usou de balas de borracha e outros métodos violentos durante a remoção. A alegação para a retirada das famílias foi a de que o local  se trata de uma Área de Proteção Ambiental (APA).

Diante disso, os manifestante pediram que o Ministério Público responsabilize os envolvidos no empreendimento. E cobraram ainda agilidade do Ibama de forma a impedir mais danos ambientais nesta região do Pará. (pulsar)

14 de dez2012

Protesto no Rio “escracha” militar e lembra 44 anos do AI-5

por pulsar brasil

Cartazes pelo bairro.
(foto: aline braga)

O tenente-coronel Lício Augusto Ribeiro Maciel foi “escrachado” por militantes da Articulação Memória, Verdade e Justiça do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (13). Há 44 anos os militares promulgavam o Ato Institucional nº 5 (AI-5) no país.

Para não deixar o episódio cair no esquecimento, diversas entidades e militantes em defesa dos direitos humanos foram até o Leblon, na Zona Sul do Rio. Eles protestaram em frente ao prédio do militar, que é mais conhecido como “Dr. Asdrúbal”.

Maciel chegou a confessar a execução de 16 pessoas no livro “O coronel rompe o silêncio”, de Luiz Maklouf. Hoje o militar é réu em um processo, encaminhado à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo desaparecimento do militante do PCdoB Divino Ferreira de Souza.

Dieymes Pechincha, do Levante Popular da Juventude, afirmou que “a articulação não se esquecerá das barbaridades que Lício e seus colegas repressores cometeram, sob o manto do AI-5”. Nesta época, em 1968, o Congresso foi fechado, a censura ficou mais forte e aumentaram as perseguições, exílios, sequestros, torturas e assassinatos.

Ao microfone, militantes denunciaram as atrocidades da ditadura. Uma faixa com o nome de todas as vítimas da Guerrilha do Araguaia foi pendurada nas grades do prédio onde vive o militar escrachado, que participou do conflito como repressor. Além disso, fotos de Lício, o “torturador encontrado”, foram afixadas pela vizinhança. (pulsar/brasildefato)

13 de dez2012

Governo do Rio mantém decisão de derrubar Museu do Índio

por pulsar brasil

Governo insiste na demolição do Museu do Índio

O governo estadual do Rio de Janeiro mantém a decisão de derrubar o prédio histórico sob o argumento de atender aos padrões internacionais para realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Movimentos sociais e organizações se mobilizam em defesa do imóvel.

Além do Museu do Índio, a Escola Municipal Friedenreich também corre risco de ter o prédio demolido. Ambos ficam próximos ao Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Nesta quarta-feira (12) uma audiência pública sobre o tema foi realizada na capital fluminense.

Em entrevista à Agência Brasil, o cacique Carlos Tucano pediu pela abertura de um canal de negociação com o governo de Sérgio Cabral (PMDB). Ele lembrou que o Museu do Índio é muito relevante,  sendo sua preservação uma “questão de memória dos primeiros habitantes do Brasil”.

Indígenas de várias partes do país ocupam o local desde 2006. Eles reivindicam a reforma do espaço a fim de transformar o prédio em ponto de difusão da cultura tradicional na cidade, isso sob a óptica das próprias etnias indígenas.

O Comitê Popular da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 também critica a maneira como estão sendo implementadas as obras do Maracanã. Para o movimento, o governo estadual do Rio de Janeiro deveria debater com a população as mudanças que estão sendo realizadas.

Integrantes da Defensoria Pública-Geral do Estado, do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre outros órgãos, também participaram da audiência pública sobre os impactos das obras do Maracanã. (pulsar)

13 de dez2012

CPI dos incêndios em favelas de SP termina sem investigação

por pulsar brasil

Mais de 600 incêndios desde 2008. (foto: diogo moreira)

A CPI dos Incêndios em Favelas de São Paulo teve fim nesta quarta-feira (12) sem nenhuma conclusão. Criada há oito meses, apenas seis sessões foram realizadas entre abril e dezembro. As reuniões deveriam ter acontecido quinzenalmente. A Comissão foi criada para investigar as causas dos pelo menos 600 incêndios registrados na cidade nos últimos quatro anos.

A última reunião contou com bate-bocas, acusações e ataques políticos. O debate se concentrou entre Floriano Pesaro (PSDB) e Juliana Cardoso (PT). A vereadora chegou no penúltimo encontro para ocupar a cadeira da oposição na CPI, uma reivindicação dos movimentos sociais desde que a comissão foi montada.

A tendência da bancada governista é aceitar que as ocorrências não têm relação com a especulação imobiliária. O vereador Pesaro disse considerar “estapafúrdia” a ideia de que os incêndios pudessem ser criminosos. Já segundo Juliana, “o tempo seco foi um dos principais motivos para justificar os incêndios em favelas, mas eles não ocorreram na região metropolitana, que teve o mesmo clima”. Além disso, Juliana apontou que todos os locais que sofreram incêndio são áreas de especulação imobiliária, como indica o mapa digital elaborado por um grupo de pesquisadores.

A secretaria-adjunta de Habitação na cidade de São Paulo, Elisabete França, afirmou que todas as famílias que perderam suas casas em incêndios são automaticamente cadastradas em programas de habitação. Porém, moradores de diferentes favelas que pegaram fogo afirmam que não havia garantia de inscrição nesses programas. Elas dizem estar inscritas apenas para o recebimento do aluguel social por tempo determinado. (pulsar/brasilatual)

12 de dez2012

Defensores da Lei de Meios denunciam corrupção na Argentina

por pulsar brasil

Lei avança com direito à comunicação. (reprod.)

A prorrogação da medida cautelar que impede a implementação da Lei de Meios na Argentina aconteceu sob denúncias de que haveria corrupção na análise do pedido da Câmara Judicial. Apoiadores da medida estudam entrar com um processo contra o órgão.

De acordo com informações do Observatório do Direito à Comunicação, defensores da implementação da Lei de Meios denunciaram que alguns dos juízes que aprovaram a prorrogação da medida cautelar teriam viajado para Miami financiados pelo grupo Clarín.

A medida cautelar prorrogada mantém suspenso o artigo 161 da Lei de Meios, que determina que empresas com número de licenças superior ao permitido se adequem. De acordo com a norma argentina, uma empresa pode ter no máximo 35% do mercado a nível nacional e 24 licenças. O grupo Clarín, no entanto, possui no país 41,8% das licenças de rádio, 78% das licenças de televisão aberta e 59% das de TV a cabo.

No Brasil, entidades, movimentos sociais e pessoas se mobilizaram em favor da implementação da “Lei de Meios” e em solidariedade à população do país vizinho. Também aproveitaram para exigir uma lei brasileira que amplie a participação da sociedade nos meios de comunicação. Na internet, seguindo a orientação de uma articulação latinoamericana, foi realizado um twitaço com hashtags #7D, #LeydeMedios e #NOmonopolios. (pulsar)

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